Os Predadores

Há já vários meses que ando para começar a ver a série norte-americana House of Cards, que aborda temas como o poder e a corrupção e cujo personagem principal, Francis Underwood (Kevin Spacey), é um homem quem não olha a meios para chegar a um cargo de poder na Casa Branca. Como tal, não hesitei quando me foi proposto ler o livro Os Predadores, do jornalista da revista Sábado, e autor da biografia do atual Presidente da República, Vítor Matos. Nada melhor do que começar por entender como funcionam estes “jogos” dentro do nosso próprio país, certo?

Que os políticos não são todos gente honesta e confiável já tomos sabemos.  Mas talvez não tenhamos conhecimento de grande parte das técnicas utilizadas por estes para chegar ao poder e do quão viciado se encontra o sistema partidário em Portugal.

Hoje em dia, com o sufrágio universal direto e secreto, a manipulação das eleições a nível nacional já não é possível, logo esta é feita dentro dos próprios partidos que chegaram, eventualmente, a Belém.

As eleições internas dos partidos são fraudulentas pautando-se pelos escândalos de espionagem interna, pirataria informática, pagamento massivo de quotas.

Neste livro, Vitor Matos pretende mostrar, através dos resultados de várias investigações que conduziu, a forma como os grandes partidos em vigência colocam em risco a democracia através das redes de caciques, focando-se nos dois grandes partidos, o PS e o PSD.

Para o fazer dividiu-o em três capítulos principais: Os de Baixo, Os do Meio e Os de Cima – fazendo uma analogia com os patamares das pirâmides de poder que existem desde os partidos do rotativismo (Regenerador e Progressista).

“Os votos não têm dono, mas têm trela.”

É uma frase que caracteriza o modo como funcionam as relações nos partidos com os de baixo a apoiar os de cima com votos controlados e a serem recompensados com lugares na Administração Pública.

Os caciques – político que dispõe dos votos da sua localidade e tem grande poder localmente = manda-chuva – e os seus galopins – mocinhos de recados, angariadores assalariados de votos em ocasião de eleições – são os principais responsáveis por eleger e depor os lideres dos partidos.

“O cacique é, basicamente, um intermediário entre os segmentos sociais locais e o Estado que os engloba. Ele fornece os meios, os votos indispensáveis à legitimação das instituições politicas.”

Para tal, têm de fazer militantes às dezenas e pagar quotas em atraso que lhes permitam votar e, posteriormente, convence-los a votas no candidato “certo”.

Os caciques garantem a fidelidade dos seus galopins, montam redes de influências, de dependências e de lealdades.

Ao avançarmos neste livro, vamos tomando contacto com os vários níveis em que estes atuam e nos quais vão espalhando a sua influência de modo a atingirem os seus objetivos. No 1º nível, os de Baixo, escolhem-se os candidatos às juntas de freguesia e às câmaras, no 2º, os do Meio, definem-se os candidatos a deputados, os 3º, os de Cima, distribuem posteriormente cargos na AP aos primeiros.

O caciquismo é referido como se mantendo igual desde o Portugal oitocentista, com base em compadrio, favores, cunhas, o que não é difícil de verificar nos dias de hoje (ou não fosse o português no geral tão pautado pelo gosto do “tacho”.)

No século XIX, o caciquismo era atribuído ao analfabetismo da população, mas como justificá-lo agora? Estaremos, atualmente, perante militantes partidários “analfabetos”?

Tudo começa nos de Baixo, nas juventudes partidárias, nas Juntas de Freguesia, nas Câmaras Pequenas, nas Secções, concelhias e núcleos locais. É logo nas juventudes partidárias – o “berçário de lideres, de dirigentes e de quadros” – que a degeneração começa. Estas são, para além das juntas de freguesias, uma excelente fonte de angariação de militantes que, posteriormente, irão entrar para os partidos e, quiçá, exercer altos cargos governamentais (como é o caso de António Costa e Pedro Passos Coelho que começaram ambos nas “jotas”). São descritos, ao longo do livro, casos de abusos eleitorais que começam com falsificação de fichas nas juventudes.

Uma das situações descritas no livro que me chamou mais a atenção mostra-nos como este tipo de esquemas pode estar mesmo à nossa frente sem sequer darmos por eles e que, mesmo sem querermos, podemos ver-nos envolvidos nos mesmos. Dois estudantes do ISEG tornaram-se militantes do PSD, sem saberem, depois se terem inscrito na equipa de Futebol da Associação de Estudantes. Neste caso “os militantes eram inventados e depois alguém votava por eles”.

As juventudes partidárias têm igualmente uma ligação excessiva aos jobs for the boys.

 

Os presidentes da junta participam também de forma crucial em todo este esquema, angariando gente para irem aos eventos locais onde estarão membros mais importantes do governo. São fundamentais para encher salas, assim como os presidentes da câmara.

Uma das técnicas pela qual se pautam os esquemas de controle das votações são o pagamento em massa de quotas a militantes desligados para que estes possam votar. O dinheiro para estes pagamentos aparece de diversas fontes, desde trabalhos de construção civil, a empresas gráficas, ou angariado em iniciativas de recolha de fundos. São os “sacos de votos” e a distribuição de benesses que levam ao controlo dos mecanismos internos dos partidos rumo aos interesses particulares.

Nos do meio, reina o tráfico de influências. Em Coimbra, nas eleições internas do PS para a Federação Distrital de Coimbra em 2010, André Figueiredo abordou o candidato Vítor Batista para saber se este se iria recandidatar e propôs-lhe o seguinte acordo: caso este não se recandidatasse, arranjar-lhe-ia “um lugar de gestor público no Metro, na CP ou na Refer”.

Em troca de votos “arranja-se” um cargo para a filha, uma casa para a mãe, consultas no hospital, baixas, atestados médicos e até, como descrito no caso mais caricato, próteses dentárias para a mulher.

Aqui existem até casos de pessoas que nem sabiam ser filiadas, mas que votam.

Os jobs for the boys são também uma constante. O único que recusou distribui-los, Norberto Pires, só durou 5 meses no cargo de presidente da CCDR centro.

Por fim temos os de Cima, os líderes. Na candidatura de Luís Filipe Menezes contra Marques Mendes houve suspeitas de espionagem e de subornos. Menezes foi eleito presidente do PSD contrariamente a todas as espectativas e graças a uma rede de caciques montada a nível nacional (até pirataria informática houve!)

Todos os trabalhos de Passos Coelho foram arranjados por amigos da “jota” e do PSD. O ex-primeiro ministro foi “criado” por Miguel Relvas através de almoços e jantares com presidentes de distritais e concelhias.

Já o atual Primeiro-Ministro António Costa atribuiu empregos a toda a família.

“Ponto assente é que nenhum politico chega virgem ao poder (…) se não fez batota e vigarices para ascender, teve de pactuar com elas, tolerá-las ou fechar os olhos. Quem não tiver estomago para entrar neste jogo tem bom remédio: fica fora do poder.”

Não bastando isto ser assustador só por si, ainda mais o é quando vivemos num país em que o poder alterna, geralmente, só entre estes dois partidos desde 1976.

Quando acabamos de ler este livro, ficam algumas ideias: existe alguma forma de contornar este sistema tão enraizado? Vamos continuar a viver numa “democracia” em que alguém decide o nosso futuro por nós com base nos seus próprios interesses?

Este livro permite-nos fazer algumas associações, que para mim são quase inevitáveis. Os caciques aqui tantas vezes referidos, funcionam com base na comunicação que fazem. Eles organizam jantares, criam redes de contactos, convencem as pessoas sobre em quem devem votar, criam influências e boas relações com quem interessa. É isto que os leva ao sucesso. E claro que não estamos aqui a falar da manipulação dos votos em si e das fraudes levadas a cabo por estes. É um livro que, embora seja bastante descritivo, nos fornece um conhecimento interessante acerca do funcionamento da política no nosso país e dos mecanismo que conduzem, verdadeiramente, ao poder. 

Como jovens e especialmente como profissionais de comunicação Os Predadores faz-nos pensar naquilo com que temos de lidar no campo da política e em qual poderá vir a ser o nossa contributo no combate ao sistema fraudulento. Este livro é interessante para qualquer pessoa que tome a democracia como garantida correndo o risco de desmotivar, ainda mais, a participação na vida política mas, preferencialmente podendo incentivar à vontade de mudar.


“No século XIX havia o cabrito com batatas ou o bacalhau frito para pagar votos; hoje são as camionetas cheias para comer carne assada, ou o passeio em excursão para ir a Fátima.”

E como nem tudo o que se tira daqui tem de ser necessáriamente mau, deixo-vos a receita de cabrito no forno da minha mãe que, mesmo sem querer “comprar votos”, consegue convencer-me a fazer o que ela quer.. 😉

Ingredientes

1 cabrito pequeno
1 cabeça de alho
100 g de Margarina
2 colheres de sopa de colorau
Sal
Louro
Pimenta
2,5 dl de vinho branco
Azeite
1 kg de batatinhas
300 g de cebolinhas pequenas

Preparação

Colocar o cabrito no tabuleiro do forno.
Descascar os dentes de alho e esmaga-los juntamente com o azeite, o colorau e o sal.
Esfregar o cabrito com a pasta, juntar o louro e pedaços de margarina por cima. Temperar com pimenta.  Regar com o vinho branco. Tapar e reservar no frigorífico de um dia para o outro.
Ligar o forno nos 180 °C.
Lavar as batatas, mas deixar a pele. Descascar as cebolinhas e juntá-las às batatas. Temperar com sal, salpicar com um pouco de colorau e dispor à volta do cabrito.
Levar a assar no forno entre 90 minutos a 2 horas, regando e virando o cabrito de vez em quando.

São Pedro está a precisar de um docinho…

Gostava muito de perceber que Primavera é esta. Ainda ontem estava um dia de praia fabuloso e hoje está assim…

Eu acho que, no fundo, São Pedro sabe que a malta anda cheia de trabalhos e aflita para acabr o semestre e não quer que ninguém se sinta mal por não poder ir para a praia. Mas vá lá, um bocadinho de sol não fazia mal nenhum. Nem que fosse para ir trabalhar para uma esplanada!

Como não me parece que isso vá acontecer este fim-de-semana (e com este tempo não nos precisamos de preocupar se estamos em forma para a praia), ficam aqui 31 (sim, 31!) receitas de cupcakes que alegram até os dias mais cinzentos…

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Com este tempo até parece que estamos no Natal…

Lembro-me perfeitamente do dia em que deixei de acreditar no Pai Natal. Noite de 24 de dezembro e o Pai Natal estava lá em casa. Sentou-se numa cadeira e disse-me para ir para o seu colo. Fui, nervosa com tanta excitação, e reparo que o Pai Natal tem os óculos da minha avó. Seguiu-se a desilusão. O Natal perdeu, momentaneamente, a sua magia. Mas, agora que cresci, e que comecei a estudar Relações Públicas percebi que a existência do Pai Natal depende da eficiência do seu departamento de comunicação.

O Pai Natal tem o melhor departamento de relações públicas de sempre.

Na minha cabeça consigo imaginar o velho de barbas brancas, na sua casa na Lapónia que funciona como uma autêntica organização.

Cada departamento funciona em simultâneo para proporcionar ao seu público principal, as crianças, o melhor natal possível.

Engana-se quem pense que o natal começa quando as criancinhas enviam as suas listas de desejos. Tudo começa a ser preparado assim que acaba um natal. O plano é redefinido anualmente de acordo com o que se passou no ano anterior, corrigindo o que correu mal e reajustando aquilo que se considere necessário (é cíclico, que como qualquer plano de comunicação, depois de avaliado pode ser necessário recomeçar).

Tudo isto parece não fazer sentido, não é? Vejamos, então.

Olhemos para o trabalho do Pai Natal como se de uma organização se tratasse. A preparação de um evento como o Natal requer uma logística enorme e que envolve um grande numero de pessoas para que seja bem-sucedida. Temos o departamento financeiro, o de gestão de stock, o de produção, de compras, de clientes, de marketing, de controlo de qualidade, de distribuição, entre outros geridos maioritariamente por duendes (exceto a distribuição que, como sabemos, se encontra sob a alçada das renas). Mas o departamento mais importante é, claramente, o de comunicação. Porquê? Parece-me óbvio.

Existe alguma figura que causa mais alarido e excitação do que o Pai Natal? E não é só junto das crianças, apesar de estas serem o seu foco principal.

O Pai Natal é uma figura típica de muitas culturas ocidentais que se encontra bastante enraizada nas mesmas. Desde cedo, o natal é para a maioria das crianças totalmente centrado na chegada do Pai Natal com os presentes que pedem. São muitos os pais que usam a ideia do Pai Natal para convencer a pequenada a portar-se bem durante todo o ano sob o risco de não receberem qualquer prenda.

São várias as figuras históricas das quais deriva a representação moderna do Pai Natal. O Father Christmas (Grã-Bretanha), o Sinterklaas (Holanda) e o Saint Nicholas (Grécia). Mas a sua figura diverge da dos anteriores tendo apenas características de cada. Father Christmas vestia de verde e representada o espírito da alegria, Saint Nicholas oferecia presentes generosos aos mais pobres, já Sinterklaas é o presumível progenitor do Pai Natal.

Mas é a partir do século XX que esta figura se massifica. São as míticas campanhas da Coca-Cola, que se iniciam nos anos 20, que começam a estruturar a figura do Pai Natal como o conhecemos hoje. É em 1931 que surge a primeira campanha com uma ilustração do “Santa” como uma figura tanto realista como simbólica, o próprio Pai Natal e não alguém mascarado. Até 1964, a publicidade da Coca-Cola mostrava sempre o Pai Natal a distribuir brinquedos, a ler cartas, a visitar crianças e a espreitar os frigoríficos das casas das pessoas.

A personagem do Pai Natal está tão bem construída que a sua representação é sempre semelhante. Velho, gordo, de barbas brancas vestido de vermelho, com um cinto preto e botas da mesma cor e um barrete.  Transporta os presentes dentro de um grande saco, num trenó conduzido por 9 renas. Gosta de leite e bolachas.

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A reputação do “old saint Nick” é irrepreensível. Segundo Jonathan Meat, um produtor de televisão que se mascara de Pai Natal para visitar crianças em hospitais, “O Pai Natal é o único ícone cultural que é um homem, não possui uma arma, e está pela paz, a alegria, o dar e o cuidar dos outros.” Nunca encontramos qualquer referência negativa ao Pai Natal em qualquer meio de comunicação.

Os seus valores estão bem presentes e são reconhecidos por todos: a amizade, a bondade, a partilha, são componentes constantes em qualquer campanha que envolva o Pai Natal.

Dentro dos diversos stakeholders com que se relaciona, as crianças são o público principal do Pai Natal. É rara a criança que, pelo menos até certa idade, não acredite no Pai Natal e não anseie a sua chegada. E é fácil perceber porquê. Esta personagem está presente em todo o lado (existe uma constante ativação de marca), é sempre representada de forma positiva e friendly mesmo por terceiros, e a sua chegada contribui para a felicidade de pequenos – e graúdos (alivia até muitas dores proporcionando momentos de felicidade).

O público está convencido, o Pai Natal continua a ser a figura central desta época festiva (muito mais do que o Menino Jesus) e a ideia tida do velhote é praticamente inabalável. A sua comunicação é tão bem feita que algumas crianças recebem, “misteriosamente”, cartas de resposta às suas listas.

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Se isto não demonstra a eficiência do departamento de Relações Públicas, não sei o que o fará.

E então, o Pai Natal existe? Claro que sim. Desde que continue a apostar nas RP….

Mas…. Há algum motivo para falar do Pai Natal quando estamos a desesperar pelo verão? Não, no entanto, é uma ótima desculpa para partilhar a receita de umas das minhas bolachas preferidas!

Bolachas de Manteiga de Amendoim e Chocolate

Ingredientes:

1 chávena de manteiga de amendoim

1 chávena de açúcar

1 ovo

½ chávena de pepitas de chocolate

Preparação:

Pré-aquecer o forno a 175ºC e cobrir um tabuleiro com papel vegetal.

Com a batedeira, misturar a manteiga de amendoim, o açúcar, o ovo e as pepitas até estar tudo bem combinado.

Formar bolinhas com a massa e mergulhá-las em açúcar par cobrir. Dispor as bolas no papel vegetal e espalmar. Colocar mais algumas pepitas de chocolate por cima.

Levar ao forno entre 6 a 8 minutos. Remover e deixar arrefecer.

“Too many ideas, not enough time”

Diariamente, quando “passeio” pelo feed do meu Instagram, deparo-me com um novo restaurantes, uma pastelaria acabada de abrir, uma esplanada com uma vista espetacular, um evento a acontecer proximamente e a reação é quase sempre a mesma – identificar a minha melhor amiga num comentário a dizer: “Ana, vai ver isto ao site da NiT! É a nossa cara!”

O site da New in Town é uma tentação para mim. Perco-me a navegá-lo durante imenso tempo e a acrescentar ideias à minha wishlist (que não tenho tempo de cumprir!). Muitas das vezes acabo por lá ir parar através de algum post que encontre no Facebook mas fico sempre a ver mais qualquer coisa.

A NiT é uma revista online de lifestyle, cultura e lazer que nasceu em 2014 e que, desde então, passou a fazer parte dos meus sites de eleição.

Visualmente, o site da NiT é, a meu ver, bastante agradável. É clean, organizado, com várias imagens e uma palete de cores fresca e consistente ao longo de todo o site. Tem um aspeto jovem e dinâmico, apropriado ao público a quem se destina.

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Na página inicial encontramos imediatamente, no canto superior esquerdo, os links para todas as redes sociais em que a revista se encontra, assim como uma caixa de pesquisa para que possamos facilmente encontrar o que procuramos.

No topo da homepage encontramos as cinco categorias de temas – BUZZFOOD, COOLT, VANiTY, FIT e OUT OF TOWN – e ainda a área de vídeos – NiTtv – e a NiTletter. Ao fazer scroll ao longo de toda a página podemos encontrar as principais noticias do momento de cada uma das áreas. No fim da página podemos ver algumas imagens do feed do Instagram da NiT, subscrever a newsletter e aceder aos contactos, ficha técnica, entre outros.

O site está então organizado em cinco áreas distintas cada uma relativa a um tema diferente e com uma cor que lhe corresponde. Ao entrar em cada uma das diferentes páginas podemos verificar que o é consistente entre todas. Com fotografias, texto legível, e divida em subcategorias, é possível aceder a vários conteúdos de forma simples.

Tendo em consideração o quão partilháveis são os conteúdos disponíveis no site, fazê-lo é muito fácil. Ao colocar o rato em cima de uma das imagens principais é-nos dada a opção de partilha no Facebook, no Twitter ou por e-mail.

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Dentro de cada um dos artigos existe normalmente uma galeria de fotos, no topo do mesmo, onde constam mais informações, especialmente quando se trata de listas.

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A navegação dentro do site é bastante simples e conseguimos alternar entre as várias noticias através das sugestões que nos surgem em cada uma página e que nos levam para conteúdos relacionados com o que estávamos a ver.

Dentro de cada categoria, as subcategorias estão comprimidas e para ver mais noticias dentro dessa área é necessário clicar em “ver todos” o que faz com que não seja necessário fazer um “scroll infinito” para se chegar ao fim dá página.

No final das páginas de cada uma das cinco áreas encontramos sempre as últimas noticias de todas as secções.

Os conteúdos do site da New in Town são atualizados diariamente e estão sempre em cima do acontecimento.  A escrita tem, geralmente, um tom engraçado, descontraído e apelativo. Na Nittv, a área de vídeos, estes dão criados pela própria revista, abordando diversas temáticas, mas todos com boa qualidade e com detalhes gráficos que coadunam entre si.

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Em cada artigo o seu autor está bem identificado, imediatamente abaixo titulo com o nome e um thumbnail com a fotografia.

Na minha opinião, o site da NiT é bom e corresponde exatamente àquilo que se espera dele. No entanto, consigo encontrar pequenas falhas que (e podem chamar-me picuinhas) me chamam à atenção. Por exemplo, na área dos vídeos o tipo de letra do corpo dos textos é diferente do tipo de letra do corpo das noticias das restantes áreas; alguns dos títulos são demasiado grandes obrigando quase a que se abra o artigo para percebermos do que se trata e, aquele que para mim é o mais defeito, não se consegue abrir as noticias numa outra tab sendo preciso sair da página onde nos encontramos. Mas estes são apenas alguns detalhes que não fazem com que este deixe de ser um dos meus sites favoritos.

Graças à NiT e às sugestões maravilhosas que encontro todos os dias no seu site, já tenho mais sítios onde ir no verão do que dias de férias. Por agora, enquanto São Pedro não se decide e os trabalhos da faculdade se acumulam na contagem decrescente para o final do 2º ano, resta-me ir registando todas as coisas que quero fazer e esperar que cheguem os dias em que posso por tudo em prática.