Há jantar cá em casa, e agora ?

 

Uma das coisa de que mais gosto é de receber amigos em casa. Seja para um brunch, para almoçar, lanchar, jantar, petiscar… No Inverno, quando está frio e a chover e a última coisa que apetece é sair sabe sempre bem juntarmo-nos todos para um daqueles jantares de amigos que duram madrugada fora com conversas,  jogos da tabuleiro, karaoke e que pode acabar com alguns a dormir no sofá. No Verão, nos anos em que há campeonatos do Mundo ou da Europa é tradição reunirmo-nos em frente à televisão a ver os jogos e a petiscar. E eu adoro tudo (menos a parte de ter de arrumar tudo depois…)!

102def1ed0ab4cec0514c88e24db0eb3Fonte: Pinterest

No entanto, é inevitável que de cada vez que se decide que a reunião é em minha casa surjam uns momentos de pânico: O que é que vou cozinhar? Quantos somos? Quais as quantidades? E se alguém não gosta disto? Ou se alguém é alérgico àquilo?

É preciso investigar, e é exatamente por aqui que se começa todo um caminho que só acaba à mesa.

Organizar um jantar em casa pode ser equiparado a um plano de comunicação. O primeiro passo, e aquele sobre o qual vos vou falar hoje, é a investigação. Segue-se a planificação – definimos horas, fechamos o menu, fazemos a lista do supermercado, pensamos em como vamos decorar a mesa, quando vamos começar a preparar e por que ordem… – em terceiro lugar temos a ação, pôr literalmente as mãos na massa, cozinhar, ter tudo pronto e comer. É nesta etapa que nos juntamos todos à mesa e aproveitamos aquele que é um dos maiores prazeres da vida. Por último, temos a avaliação. Há alguma coisa melhor do que ouvir os nossos amigos dizer que aquilo que fizemos está bom?

A fase da investigação pode ser, por vezes, aquela que mais trabalho nos dará. É preciso garantir que estamos preparados para qualquer eventualidade e que não iremos deixar os convidados com fome.  Antes de decidirmos o que vamos servir é preciso garantir que sabemos aquilo de que os nossos convidados gostam ou não ou se têm alguma reação alérgica a algum alimento. Ou seja, temos de analisar o nosso público. É preciso também saber se alguém é vegetariano ou se, por exemplo, não consomem algo por motivos religiosos para não corrermos o risco de ferirmos suscetibilidades.

Uma das partes desta investigação que a mim me dá mais gozo é a de procurar novas receitas para experimentar. Percorro os (imensos) livros de receitas que tenho na estante e os meus sites favoritos em busca dos pratos que farão as delícias de todos. Podemos considerar que cada jantar se insere num setor diferente – isto é, o tipo de cozinha – e devemos estudá-lo bem para antes de tomarmos decisões quanto ao menu.  Depois, vejo o que já tenho em casa e aquilo que preciso de comprar antes de me aventurar no supermercado.

Conhecermos bem as pessoas que vamos receber facilita muito a tarefa (sei sempre que posso servir queijo aos meus amigos que ninguém se vai queixar) mas isso nem sempre acontece, e aí temos de procurar saber quais os seus gostos e preferências para que na hora de nos sentarmos à mesa todos fiquem satisfeitos.

Fazermos uma boa investigação é 33,3% do caminho para que o nosso jantar (ou qualquer outra refeição que sirva como motivo para juntar os amigos) seja um sucesso…

Para terminar deixo-vos algumas das receitas que têm feito parte dos convívios cá de casa e que se mostraram um sucesso:

JBPT5741.JPG
Sanduiches de Frango com Maionese de Lima
Salmão Fumado com Queijo e Ervas
Peixinhos da Horta
Ovos Recheados
Cogumelos com Queijo de Cabra
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